Tricolor acaba com tabu e deixa rival em situação ainda mais complicada no Z-4.
Após três anos, o Fluminense voltou a vencer o Vasco no Campeonato Brasileiro. Com um triunfo por 1 a 0, no Engenhão, na tarde deste domingo, em partida válida pela 33ª rodada do torneio, o Tricolor se afastou da zona da degola e, de quebra, deixou o rival com a lanterna na mão por mais uma vez. Gerson fez o gol do time de Eduardo Baptista.
A vitória fez o Fluminense subir na tabela para a 12ª colocação, com 43 pontos. Já o Vasco segue em último, com 30. Na próxima rodada, o Tricolor recebe a Chapecoense, enquanto o Cruzmaltino tem para dura contra o Palmeiras, no Allianz Parque.
O jogo
Vasco e Fluminense mostraram muita disposição no primeiro tempo, mas pouca qualidade na articulação das jogadas. As equipes congestionaram o meio de campo e, como consequência, tiveram poucos espaços para atacar pelo meio e optaram pelos cruzamentos. O Cruzmaltino foi o primeiro a chegar aos 11, com cabeçada para fora de Jorge Henrique após escanteio batido por Nenê.
O Tricolor respondeu pouco depois, quando Wellington Silva cruzou para Gum, que desviou para o chão e Silva fez grande defesa. Os minutos foram passando e o time mandante só voltou a assustar em nova bola parada. Rodrigo bateu falta para Cavalieri espalmar. Tudo se encaminhava para um empate morno na primeira etapa, mas, aos 47, Scarpa puxou contra-ataque e soltou para Osvaldo, que foi travado na hora do chute. A bola sobrou para Gerson, que bateu no canto, sem chances para Silva.
A partida no segundo tempo ficou completamente aberta. De um lado, o Vasco saiu com tudo para empatar. Do outro, o Fluminense se armou para contra-atacar. O Cruzmaltino, após rondar a área adversária, teve chance com Nenê, mas Wellington Silva tirou em cima da linha. Riascos também tentou de cabeça, só que parou no travessão. O jogo ganhou ainda mais emoção quando já na reta final, Higor Leite foi expulso. O Vasco, então, tentou um cruzamento atrás do outro e o Tricolor teve chances de matar no contra-ataque, mas nada da rede balançar.
